quinta-feira, 4 de abril de 2013

O Guardião do Mosteiro

“Certo dia num mosteiro Zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto. O Mestre convocou então todos os discípulos para descobrir quem seria o novo guardião. O Mestre, com muita tranqüilidade, disse: “Assumirá o posto o monge que conseguir resolver primeiro o problema que vou apresentar”. Então ele colocou uma pequena mesa no centro da enorme sala em que estavam reunidos e em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro e valioso, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo. E disse apenas: “Aqui está o problema”! Todos ficaram olhando a cena; o vaso belíssimo de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro! Que representava? O que fazer? Qual o enigma? De que se tratava? No mesmo instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e Zapt!.... destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou ao seu lugar, o Mestre disse: “Você é o novo guardião”. Não importa que o problema seja algo lindíssimo. Se for um problema precisa ser eliminado. Por mais lindo que seja ou tenha sido alguma coisa, senão existir mais sentido para ele em sua vida deve ser suprimido já que ele é um problema.” (S.C.A)

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